Quando o estilo se transforma em uma arma.

Como grandes escritores como Nietzsche, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Bernardo Élis e João Cabral transformaram o estilo em arma intelectual e estética.

Como grandes escritores como Nietzsche, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Bernardo Élis e João Cabral transformaram o estilo em arma intelectual e estética.

Medo, benefício e persuasão estruturam os mecanismos invisíveis da obediência política. Uma análise clara sobre como o poder opera e qual é a responsabilidade dos educadores e intelectuais diante disso

A política brasileira tornou-se um território onde palavras bonitas circulam com enorme facilidade. Fala-se em “defesa da democracia”, “justiça social”, “proteção institucional”, “inclusão”, “responsabilidade social”. O problema não está nos termos em si, mas no uso que se faz deles.

A cidadania costuma ser pensada apenas como um conjunto de direitos políticos e deveres legais, mas essa visão é superficial. Antes de qualquer participação efetiva na vida pública, existe uma condição mais básica e mais exigente: o domínio da língua e da linguagem.

Quem estuda para passar de ano, deseja aprovação.Quem estuda para aprender,busca algo mais permanente: a formação da inteligência.

O Google Discover favorece coerência editorial, regularidade e identidade clara, não atalhos técnicos.

Produtividade sem método gera dispersão e cansaço; método transforma esforço em resultado sustentável.

Ler bem é um exercício de formação do juízo e da inteligência, não apenas entretenimento cultural.

A linguagem molda o poder político e o juízo moral; entender isso é essencial para compreender a manipulação simbólica.

Entender a diferença entre acumular informação e formar a inteligência é essencial para compreender a crise educacional atual.


A crise da universidade não é financeira, administrativa nem tecnológica. Ela é intelectual.